
《Música do Parnasso》 - 免费有声读物
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1 / 195Anarda Invocada
- 1. Anarda Invocada
- 2. Persuade a Anarda que ame
- 3. Ponderação das lágrimas de Anarda
- 4. Sol, e Anarda
- 5. Mostra-se que a fermosura esquiva não pode ser amada
- 6. Iras de Anarda castigadas
- 7. Vendo a Anarda depõe o sentimento
- 8. Cega duas vezes, vendo a Anarda
- 9. Rigores de Anarda na ocasião de um temporal
- 10. Ponderação do rosto, e olhos de Anarda
- 11. Não podendo ver a Anarda pelo estorvo de uma planta
- 12. Ponderação do Tejo com Anarda
- 13. Ao sono
- 14. Anel de Anarda ponderado
- 15. Anarda esculpida no coração lagrimoso
- 16. Anarda temerosa de um raio
- 17. Efeitos contrários do rigor de Anarda
- 18. Esperança sem logro
- 19. Encarece a fineza do seu tormento
- 20. Rosa, e Anarda
- 21. Navegação amorosa
- 22. Pesca amorosa
- 23. Naufrágio amoroso
- 24. Efeitos contrários de Anarda
- 25. Ponderação do rosto, e sobrancelhas de Anarda
- 26. Encarecimento dos rigores de Anarda
- 27. Ver, e amar
- 28. Cabelo preso de Anarda
- 29. Ao véu de Anarda
- 30. Ao mesmo
- 31. Desdém e fermosura
- 32. Anarda escrevendo
- 33. Não pode o amor prender a Anarda
- 34. Sepulcro amoroso
- 35. Amante preso
- 36. Suspiros
- 37. Rosas de listões no cabelo de Anarda
- 38. Doutoramento amoroso
- 39. Conveniências do rosto, e peito de Anarda
- 40. Ao mesmo
- 41. Anarda vendo-se a um espelho
- 42. Anarda jogando a espadilha
- 43. Teme que seu amor não possa encobrir-se
- 44. Anarda vendo-se a um espelho
- 45. A um Cupido de ouro, que trazia preso Anarda nos cabelos
- 46. Lacre atrevido a uma mão de Anarda
- 47. Exemplos com que se considera amante de Anarda
- 48. Sono pouco permanente
- 49. Comparações no rigor de Anarda
- 50. Rosto de Anarda
- 51. Cravo na boca de Anarda
- 52. Rosa na mão de Anarda envergonhada
- 53. Comparação do rosto de Medusa com o de Anarda
- 54. Comparação dos gigantes com os pensamentos amorosos
- 55. Eco de Anarda
- 56. Anarda ameaçando-lhe a morte
- 57. Que há de ser o amor um só
- 58. Que o amor há de ser descoberto
- 59. Anarda passando o Tejo em uma barca
- 60. Anarda doente
- 61. Anarda sangrada
- 62. Anarda chorando
- 63. Anarda colhendo neve
- 64. Anarda cingindo uma espada
- 65. Anarda vista de noite
- 66. Anarda saindo fora
- 67. À morte felicíssima de um javali pelo tiro que nele fez uma infanta de Portugal
- 68. A um grande sujeito invejado, e aplaudido
- 69. A Frei José religioso descalço, pregando na festa de São José
- 70. A Afonso Furtado Rios e Mendonça saindo do porto de Lisboa a governar o Estado do Brasil em ocasião tempestuosa, havendo depois bonança nos mares
- 71. Ao mesmo senhor entrando no porto da Bahia na mesma ocasião tempestuosa, havendo antes bonança nos mares
- 72. À morte do Desembargador Jerônimo de Sá e Cunha
- 73. Ao astrolábio inventado, e fabricado pelo engenho do Reverendo Padre Mestre Jacobo Estancel religioso da Companhia
- 74. Ao general João Correa de Sá vindo da Índia
- 75. À vida solitária
- 76. Ao cravo
- 77. À açucena
- 78. Contra os julgadores
- 79. A um clarim tocado no silêncio da noite
- 80. À morte do reverendo padre Antonio Vieira
- 81. À morte de Bernardo Vieira Ravasco secretário do Estado do Brasil
- 82. Ponderação da morte do padre Antonio Vieira, e seu irmão Bernardo Vieira ao mesmo tempo sucedidas
- 83. A um ilustre edifício de colunas e arcos
- 84. A Dom João de Lencastro na ocasião do incêndio do Mosteiro e Igreja de São Bento em Lisboa, fazendo-se menção de se livrar do naufrágio da Barra da Bahia
- 85. Ao mesmo senhor, trazendo a imagem de Nossa Senhora da Graça desde o seu templo até o Mosteiro de São Bento sem a largar de seus ombros
- 86. Ao mesmo senhor, mandando a seu filho Dom Rodrigo de Lancastro para a Índia
- 87. Ao nascimento do príncipe nosso Senhor
- 88. À morte da Senhora Rainha Dona Maria Sofia Isabel, aliviada com a vida dos senhores príncipes e infantes
- 89. Panegírico ao excelentíssimo senhor Marquês de Marialva, Conde de Cantanhede, no tempo que governava as armas de Portugal
- 90. À rosa
- 91. À morte da senhora rainha de Portugal Dona Maria Sofia Isabel
- 92. A Luís de Sousa Freire, entrando de Capitão de Infantaria nesta praça no tempo em que era governador do Estado do Brasil Alexandre de Sousa Freire
- 93. Descrição do inverno
- 94. Descrição da primavera
- 95. Ao ouro
- 96. Saudades de um esposo amante pela perda de sua amada esposa
- 97. À ilha de maré, termo desta Cidade da Bahia
- 98. Ao governador Antonio Luis Gonçalves da Camera Coutinho em agradecimento da carta que escreveu a Sua Majestade pela falta da moeda do Brasil
- 99. A uma dama, que tropeçando de noite em uma ladeira perdeu uma memória do dedo
- 100. Pintura de uma dama conserveira
- 101. Pintura dos olhos de uma dama
- 102. Pintura de uma dama namorada de um letrado
- 103. À fonte das lágrimas, que está na cidade de Coimbra
- 104. Proêmio
- 105. Encarecimento da fermosura de Anarda
- 106. Diferentes efeitos de um peito amante e rosto amado
- 107. Não pode amar outra dama
- 108. Encarecimento do rigor de Anarda
- 109. Que o amor há de ser pouco favorecido
- 110. Estudo amoroso
- 111. Que seu amor se vê perdido nos olhos e coração de Anarda
- 112. Que não floresce o amor com o logro
- 113. Que a fermosura não há de ser amante para ser amada
- 114. Anarda vendo-se a um espelho
- 115. Que não pode o amor abrasar a Anarda
- 116. Que até quando dorme não deixa de chorar
- 117. Lágrimas de Anarda por ocasião de seus desdéns
- 118. Verifica algumas fábulas em seu amor
- 119. Amor namorado de Anarda
- 120. Solicita a Anarda para um campo
- 121. Anarda fingindo ciúmes
- 122. Desengano da fermosura de Anarda
- 123. Anarda negando certo favor
- 124. Anarda vista e amada
- 125. Amante secreto
- 126. Música e cruel
- 127. Amor declarado pelos olhos
- 128. Anarda borrifando outras damas com águas cheirosas
- 129. Rigor e fermosura
- 130. Amor medroso
- 131. Anarda vendo-se a um espelho
- 132. Ao mesmo
- 133. Etna amoroso
- 134. Ais repetidos
- 135. Doença amorosa
- 136. Jardim amoroso
- 137. Guerra amorosa
- 138. Anarda vestida de azul
- 139. Retrato amoroso
- 140. Anarda cruel e fermosa
- 141. Corais de Anarda
- 142. Anel de ouro de Anarda
- 143. Sono invocado
- 144. Céu no rosto de Anarda considerado
- 145. Mote e glosa
- 146. Rigores de Anarda repreenddas com semelhanças próprias
- 147. Boca de Anarda
- 148. Anarda banhando-se
- 149. Anarda colhendo flores
- 150. Anarda discreta e fermosa
- 151. Anarda penteando-se
- 152. Anarda fugindo
- 153. Pensamento altivo em o amor de Anarda
- 154. Anarda saindo a um jardim
- 155. Anarda cantando à viola
- 156. Anarda ferindo lume
- 157. Morre queixoso
- 158. Morte celebrada em endechas amorosas
- 159. À morte da senhora rainha Dona Maria Sofia Isabel comparada com eclipse do sol
- 160. A um jasmim
- 161. Adônis convertido em flor
- 162. Narciso convertido em flor
- 163. A sepultura de uma fermosissima dama
- 164. Descrição da manhã
- 165. Descrição do ocaso
- 166. Caçadora esquiva
- 167. Amante desfavorecido
- 168. Moral queixa
- 169. Despedida amorosa
- 170. A um rouxinol
- 171. Ao amor
- 172. Ao excelentíssimo senhor Marquês de Marialva, dando-lhe os parabéns à vitória de Montes Claros
- 173. A Dom João de Lancastro, dando-lhe as graças a Cidade da Bahia por trazer a ordem de Sua Majestade para a Casa da Moeda, que de antes tinha prometido
- 174. Ao senhor Dom Rodrigo da Costa, vindo governar o Estado do Brasil
- 175. Anarda querida na ocasião de suas lágrimas
- 176. Atrevimento e lágrimas
- 177. Leandro morto nas águas
- 178. Endimião amado da Lua
- 179. A Dom Francisco de Sousa, Capitão da Guarda de Sua Majestade no tempo em que o chamou para a corte
- 180. A Dom Luís de Sousa, Doutor em Teologia, aludindo às luas de suas armas
- 181. Impossibilita-se a vista de Anarda
- 182. Jasmim morto e ressuscitado na mão de Anarda
- 183. Compara-se Anarda com a pedra
- 184. Sol com Anarda
- 185. Ponderação do Ícaro, morto com seu amor
- 186. Anarda fugindo
- 187. Anarda repreendida por querer merecimentos no amante
- 188. Descreve-se o leão
- 189. Adônis morto em os braços de Vênus
- 190. Daphne convertida em árvore
- 191. Argos em guarda de Io
- 192. Actéon vendo a Diana
- 193. Leandro morto nas águas
- 194. À morte da senhora rainha Dona Maria Sofia Isabel
- 195. Tagi et Mondae pro obitu DD. Antonii Telles de Sylva colloquium elegiacum
关于
Música do Parnasso, de Manuel Botelho de Oliveira, é considerado o primeiro livro de um autor brasileiro a ser impresso. Composto em quatro idiomas -- português (0-103), espanhol (104-174), italiano (175-187), latim (188-195) -- a obra é uma demonstração, como diz o autor , de que "pode uma só Musa cantar com diversas vozes" e de que mesmo nas terras do Novo Mundo as musas haviam encontrado lar. Esta gravação foi realizada por três voluntários, mostrando que ainda hoje pode a poesia cantar com muitas vozes, de diversas partes do mundo, harmonicamente. (Resumo escrito por Leni)
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